07/09/2020

Hidrovias do Brasil pode levantar R$ 3,3 bilhões com IPO

 Hidrovias do Brasil pode levantar R$ 3,3 bilhões com IPO



_Companhia de logística estabeleceu uma faixa indicativa de preço de R$ 7,56 a R$ 8,88, na sua oferta pública inicial de ações_

A Hidrovias do Brasil estabeleceu uma faixa indicativa de preço de R$ 7,56 a R$ 8,88 na sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Considerando o meio da faixa indicativa, de R$ 8,22, e a quantidade de 399.426.570 ações na oferta base, a operação pode movimentar R$ 3,283 bilhões.

Há possibilidade de um lote adicional de até 19,6%, ou seja, 78.147.595 ações; e um lote suplementar de 14,0%, ou 55.986.094 ações. Nesse caso, ainda considerando o meio da faixa indicativa, a oferta total subiria para R\$ 4,386 bilhões.

A oferta será totalmente secundária, ou seja, os recursos vão para acionistas atuais que estão vendendo suas participações, e não para o caixa da empresa.

Os principais acionistas vendedores são a gestora Pátria, que pode reduzir sua participação de 45,73% para até 12,80%, se forem exercidos os lotes adicional e suplementar; o fundo Sommervile (subsidiária da Temasek), que pode passar de 17,91% para 5,01%; o canadense Alberta, que passaria de 9,99% para 2,79%; o HBSA FIP, que iria de 9,20% para 2,57%; o fundo BTO (da Blackstone), de 9,20% para 2,57%; e o BNDESPar, de 3,68% para 1,32%.

A companhia será negociada sob o ticker “HBSA3” no Novo Mercado da B3. A precificação do IPO deve ocorrer no próximo dia 23, com a estreia do papel na bolsa no dia 25.

A Hidrovias do Brasil diz que é um dos maiores prestadores de serviços de logística integrada independente com foco em logística hidroviária da América Latina. Opera quatro terminais portuários e sua frota atual possui 330 barcaças de carga, 14 empurradores principais, 6 empurradores auxiliares, 4 lanchas e 2 navios de cabotagem.

No segundo trimestre deste ano, teve receita líquida de R$ 426,2 milhões, com crescimento de 68% sobre o mesmo período de 2019. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$ 132,3 milhões, com queda de 9%. No resultado líquido, houve prejuízo de R$ 7,407 milhões, revertendo lucro de R$ 52,006 milhões no segundo trimestre do ano passado.

Fonte: Valor Econômico

Notícias Relacionadas
 O cenário do transporte rodoviário de cargas no Brasil em novo panorama de transportes

26/06/2026

O cenário do transporte rodoviário de cargas no Brasil em novo panorama de transportes

O transporte rodoviário de cargas continua sendo o principal pilar da logística brasileira, respondendo por 68,5% da movimentação de mercadorias em Tonelada-Quilômetro (TKU) e por 84,3% (...)

Leia mais
 Brado Logística avança na descarbonização do transporte rodoviário com uso de GNL no Maranhão

26/06/2026

Brado Logística avança na descarbonização do transporte rodoviário com uso de GNL no Maranhão

Em meio ao avanço da agenda ESG no setor logístico, alternativas energéticas de menor impacto ambiental vêm ganhando espaço no transporte de cargas brasileiro. Nesse cenário, a Brado Log (...)

Leia mais
 Operadores logísticos defendem ajustes nas operações durante a Copa do Mundo, revela ABOL

24/06/2026

Operadores logísticos defendem ajustes nas operações durante a Copa do Mundo, revela ABOL

Megaeventos globais influenciam diretamente a programação dos operadores logísticos no Brasil e a Copa do Mundo é um exemplo claro desse impacto. É o que revela uma pesquisa da Associaçã (...)

Leia mais

© 2026 ABOL - Associação Brasileira de Operadores Logísticos. CNPJ 17.298.060/0001-35

Desenvolvido por: KBR TEC

|

Comunicação: Conteúdo Empresarial

Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com os nossos Termos de Uso e Política de Privacidade e, ao continuar navegando neste site, você declara estar ciente dessas condições.