23/02/2021

Acordo de cooperação dará rapidez a estudos no setor

 Acordo de cooperação dará rapidez a estudos no setor


A Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR) fechou um acordo de cooperação técnica para entregar, ao Ministério da Infraestrutura, estudos e subsídios técnicos sobre temas estratégicos no setor.

A agenda de cooperação abrange pontos como diretrizes para concessões visando apenas à manutenção do pavimento, aprimoramento da matriz de risco dos contratos e regulamentação futura do “free flow” (cobrança de pedágio por trecho utilizado). Permitirá às concessionárias levar sugestões baseadas em suas experiências, como operadoras, sem que isso seja feito como um mero lobby ou instrumento de pressão.

“Montamos um diálogo institucional. É um canal de comunicação transparente, republicano e técnico, que representa um avanço na relação entre as partes”, diz o presidente-executivo da ABCR, Marco Aurélio Barcelos.

Ele exemplifica os potenciais frutos da cooperação com um tema do acordo: a pesagem dinâmica de caminhões. Hoje as rodovias - concedidas ou não - têm balanças estáticas de fiscalização, principalmente nas divisas entre Estados, para verificar se os caminhões não excedem o peso permitido com as cargas que estão levando. Quando isso acontece, eles podem danificar o pavimento mais rapidamente.

O problema é que esses pontos de pesagem acumulam filas e muitos nem sequer funcionam 24 horas. Há novas tecnologias disponíveis, embora ainda incipientes, que são capazes de estimar o peso dos caminhões, com certa exatidão, por meio de sensores instalados em postes e no próprio pavimento. Com a ajuda do setor privado, será possível dar mais celeridade aos estudos técnicos para incorporação dessas tecnologias.

“É um jogo de ganha-ganha”, afirma Barcelos, lembrando que também estão em negociação acordos semelhantes com a Secretaria de Logística e Transportes do Estado de São Paulo e com a Artesp (agência reguladora estadual). “A grande inteligência está nas próprias concessionárias, mas não descartamos a contratação de estudos”, afirma.

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